O governo brasileiro está por dentro do movimento de valorização da Internet como instrumento de integração nacional. Tanto que o presidente Lula anunciou este ano o Plano Nacional de Banda Larga, que tem como objetivo aumentar expressivamente o acesso de boa parte da população brasileira através de uma conexão de qualidade por um preço razoável, promovendo a inclusão digital e todos os seus benefícios.
De acordo com dados divulgados pelo IBOPE Nielsen Online, atualmente, a quantidade brasileira de usuários ativos (que acessam a Internet pelo menos uma vez por mês em suas residências) é de aproximadamente 28,7 milhões. Já o número dos que se conectam de qualquer lugar (trabalho, escola, lan house, entre outros) sobe para 67,5 milhões. Uma das maiores empresas do setor, a espanhola Telefónica, que obteve 60% da VIVO, comunicou que irá investir R$ 930 milhões nos serviços de acesso a banda larga, de acordo com o site G1. Recentemente, a operadora tem conquistado o público das classes C e D.
Assim, com o estímulo do governo para o crescimento da área (através de regulamentação, diminuição de tributos fiscais, disponibilização de linhas de financiamento, entre outras medidas) e o interesse das empresas para expandir o mercado, o Brasil poderá usufruir de cidadãos conectados e de uma Internet cada vez mais participativa e possível de modificar a realidade física.
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